Basicamente, o que muda é o estágio da jornada de compra em que o seu potencial cliente está, e a forma como será impactado em cada uma dessas mídias.

O Facebook faz a segmentação de usuários por meio de perfis, considerando idade, sexo, interesses e localização, por exemplo. Isso faz com que os anúncios sejam exibidos de acordo com as preferências desta pessoa, aumentando as chances de que haja interesse pelo produto ou serviço anunciado. O anúncio chega até o usuário sem que ele tenha buscado por isso.

Já no Google, são exibidos os resultados de acordo com a demanda pesquisada por esse cliente. Também é possível segmentar perfis no Google Ads, mas de uma forma diferente. Você pode, por exemplo, filtrar para que seu anúncio apareça somente para pessoas em determinada localização ou faixa de idade. No entanto, o resultado ainda dependerá da busca por palavra-chave feita pelo usuário.

Anúncios no Google que não dependem da busca são os de Rede de Display. Estes agem de forma parecida com o Facebook Ads, porém, um pouco menos precisos do que a opção da rede social de Zuckerberg.

Explicando na prática: Facebook x Palavras Chave

Suponhamos que você esteja decidido a contratar os serviços de uma agência de marketing digital e resolve fazer uma busca no Google, usando palavras-chave relacionadas. Os resultados exibidos lhe darão suporte para escolher a melhor opção e obter mais informações, mas a decisão já estava parcialmente tomada antes da busca, pois já havia uma necessidade. 

No caso do Facebook, a situação é um pouco diferente, pois o cliente ainda não tem uma necessidade específica – ou, pelo menos, não sabe que tem. 

Tomando o exemplo acima como base, a situação seria a seguinte: você tem uma empresa e gostaria de vender mais, mas ainda não sabe como. Com base em diversos algoritmos e preferências pessoais, postagens patrocinadas sobre marketing digital começam a chegar até você durante a navegação. Aí, você percebe que esta pode ser uma solução e há uma agência em sua cidade – o que lhe faz decidir entrar em contato para saber mais. 

Ok. Mas qual é o melhor?

Depende da necessidade: campanhas de Google são ótimas para gerar conversões, vendas, leads e atração de tráfego, mas as de Facebook são excepcionais para fortalecimento de marca, relacionamento e descoberta. A combinação das duas opções pode ser utilizada em diversos casos, potencializando os resultados. 

Aqui na Loopers, buscamos sempre entender a necessidade de nossos clientes e, desta forma, optamos pela estratégia mais adequada! 

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